Para iniciar a primeira conversa
Orientações para introduzir a diversidade racial, ampliar referências, responder perguntas e construir uma educação antirracista antes que uma situação grave aconteça.
Encontre orientações em áudio adequadas à idade, à raça da criança e à situação vivida — para conduzir essa conversa com mais clareza, cuidado e responsabilidade.
Acesso ilimitado por R$ 27,00 + e-book de bônus.

Escolha a situação. Encontre a orientação. Comece a conversa.
Muitas famílias e educadores sabem que precisam conversar sobre racismo com as crianças, mas ficam paralisados diante de perguntas como:
Não existe uma única conversa capaz de responder a todas essas situações. Por isso, o aplicativo ajuda você a encontrar o caminho mais adequado para o contexto que está vivendo.
O Mapa das Conversas sobre Racismo com as Crianças é um aplicativo de orientação em áudio criado para apoiar famílias e educadores na educação antirracista.
Em poucos passos, você informa suas características raciais, as da criança, a faixa etária e a situação da conversa. O aplicativo organiza essas escolhas e conduz você ao áudio mais adequado.
O aplicativo não entrega uma frase pronta. Ele ajuda você a compreender como conduzir a conversa.

Selecione a identificação racial da pessoa adulta.
Selecione se a criança é negra ou branca.
0 a 5 anos • 6 a 8 anos • 9 a 12 anos.
Primeira conversa • criança que sofreu racismo • criança com comportamento racista.

Orientações para introduzir a diversidade racial, ampliar referências, responder perguntas e construir uma educação antirracista antes que uma situação grave aconteça.
Orientações para escutar, acolher, não duvidar do relato, evitar frases que diminuam a experiência e ajudar a criança a compreender que ela não é responsável pela violência sofrida.
Orientações para intervir com firmeza, explicar por que a atitude foi inadequada, e estimular responsabilidade, reparação e aprendizado.
Conversas que partem da observação, das diferenças, das referências, dos livros, dos brinquedos e das perguntas que começam a surgir.
Orientações que ajudam a compreender injustiça, racismo, privilégios, convivência e responsabilidade de forma mais direta.
Conversas que podem aprofundar os impactos sociais do racismo, responsabilidade, posicionamento e participação na construção de relações mais justas.
A linguagem muda. A responsabilidade permanece.

Um material complementar para ajudar famílias a ampliar repertórios, rever práticas cotidianas e construir uma educação antirracista que não dependa apenas de situações de conflito ou datas comemorativas.
O áudio ajuda você a conduzir a conversa. O e-book ajuda a transformar essa conversa em prática cotidiana.



Você não precisa saber tudo para começar. Mas precisa escolher não deixar que o silêncio conduza essa educação sozinho.

Paula Batista é jornalista, educadora antirracista, especialista em Mídia, Informação e Cultura pela Universidade de São Paulo e mestre em Divulgação Científica e Cultural pela Universidade Estadual de Campinas.
É criadora da Ser Antirracista, consultoria dedicada à educação antirracista, ao letramento racial, à promoção da equidade racial e ao combate ao racismo em empresas, escolas, instituições e famílias.
Desde 2009, estuda as relações étnico-raciais brasileiras e desenvolve soluções educacionais que ajudam pessoas e organizações a transformar conhecimento em ações concretas.
Conhecimento com base científica, linguagem acolhedora e orientação para a prática.
Após a confirmação do pagamento, você receberá as orientações de acesso.
O aplicativo possui orientações específicas para crianças de 0 a 5 anos. Nessa fase, a educação antirracista pode começar por referências, perguntas, histórias, imagens, brinquedos e valorização das diferenças.
A proposta do aplicativo é justamente ajudar você a compreender o caminho da conversa, em vez de depender apenas do improviso.
A primeira conversa não precisa começar depois de uma violência. A educação antirracista também se constrói pela prevenção, pelo repertório e pela valorização da diversidade.
Sim. O aplicativo considera diferentes composições raciais e reconhece que pessoas brancas também precisam assumir responsabilidade na educação antirracista.
Sim. Existem percursos que consideram famílias negras, crianças negras, crianças brancas e diferentes situações de conversa.
Sim. As orientações podem apoiar educadores e outros adultos responsáveis pela formação e pelo cuidado de crianças.
A diferença é que, quando você escolhe conduzir essa conversa, pode oferecer informação, acolhimento, responsabilidade e referências mais justas. Você não precisa esperar a pergunta perfeita ou a situação ideal. Pode começar com orientação.
Acesso ilimitado ao aplicativo + e-book de bônus por R$ 27,00.